Segurança dos condutores de veículos

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Muitas empresas necessitam, por conta das características de suas operações, manter parte de suas equipes de vendas ou de suporte técnico em campo. Essa configuração traz algumas dificuldades adicionais para os gestores da frota, mais relacionadas com a segurança de vida e saúde do colaborador.

Com a baixa qualidade de muitas de nossas estradas e a imperícia de alguns motoristas, as empresas precisam ficar atentas para que cada trajeto não seja convertido em acidentes leves, ou até mesmo em tragédias.

A função principal dos funcionários não é a condução de veículos, mas saber dirigir é um pré-requisito fundamental, sob o ponto de vista operacional e financeiro, para que ele execute sua função principal pela qual foi contratado (vendas, suporte técnico, entre outras). Nem sempre se pode garantir que os colaboradores, na função de condutores de veículos, tenham atitudes responsáveis ou que desenvolvam com perícia a atividade de dirigir (para as quais não foram contratados). Assim, o gestor, ao compreender essa situação, precisa tomar algumas medidas prévias, a fim de reduzir os riscos inerentes àqueles profissionais que necessitam do veículo para a realização de seu trabalho.

Gestores experientes de grandes empresas com frota leve apontam como medidas importantes a definição de regras de condução dos veículos (tempo máximo de condução sem descanso, definição de limites de velocidade, horários permitidos, permissão ou não de carona, e por aí vai…). Essas regras devem estar definidas na política de uso da frota e devem ser amplamente divulgadas a todos os colaboradores que utilizam os veículos da companhia. Algumas empresas utilizam sistema de treinamento online (via web), onde são apresentadas situações de trânsito e verificado qual seria o comportamento do condutor a partir de suas respostas a testes, também online.

Algumas empresas com baixa tolerância a quaisquer tipos de acidentes com veículos utilizam, além dessas, outras ferramentas bastante eficazes, tais como a telemetria veicular. Muitas companhias até mesmo subcontratam empresas especializadas para realizarem esse serviço de gestão da condução da frota, as quais, por sua vez, utilizam a telemetria como ferramenta principal para a realização desse serviço.

A telemetria permite ao gestor identificar a forma como os veículos estão sendo conduzidos, alertando o condutor (e a central de controle) quanto aos excessos de velocidade, RPM, freadas e arrancadas bruscas, horário de movimentação do veículo, tempos de parada, etc. Gestores experientes garantem que essa ferramenta, uma vez inserida no processo de gestão de frotas, permite uma padronização na forma de condução dos veículos, apontando as falhas operacionais dos condutores e até viabilizando a criação de um sistema de avaliação e premiação dos colaboradores baseado em fatos e dados. Como disse Peter Drucker: “Não se pode gerenciar aquilo que não se consegue medir”. A telemetria viabiliza o gerenciamento da condução da frota.

O benefício imediato que as companhias que utilizam a telemetria têm observado é a diminuição da quantidade e gravidade dos acidentes com veículos. Além disso, se beneficia também da diminuição da exposição ao risco de seus colaboradores, do aumento da disponibilidade de seu pessoal e veículos, da diminuição de multas de trânsito, das despesas com manutenção e da redução dos gastos com combustível.

Para maiores informações, sugerimos a leitura do ebook: Boas Práticas na gestão de frotas leves.

 

 

 

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